Um mordomo não pergunta o que quer de cada vez que entra numa divisão. Já sabe. O Mordomo foi construído com essa ideia — e não com a de mais uma aplicação no seu telemóvel.
Há uma diferença entre ver o jogo e estar no estádio.
É a mesma diferença entre ter equipamento instalado em casa e viver numa casa que responde. A primeira dá-lhe botões. A segunda dá-lhe a sensação de que alguém tratou de tudo antes de si — e essa sensação não se demonstra numa lista de características. Tem de se sentir.
É por isso que não lhe vamos enviar um catálogo.
Três coisas. Se alguma delas não lhe interessar, provavelmente não é para si — e é melhor sabermos os dois agora.
Sensores de radar que sabem que está numa divisão mesmo quando está parado a ler. É isto que distingue uma casa que responde de uma que apaga a luz em cima de si.
Fala em qualquer divisão e a casa ouve. O que diz é processado dentro de casa, no seu equipamento, e não em servidores de terceiros do outro lado do mundo.
Vamos a sua casa, medimos, propomos e instalamos. Não recebe uma caixa com instruções — recebe uma casa a funcionar e alguém que responde quando precisar.
Quem tem meios para instalar isto tem também razões para se preocupar com quem fica a saber. Por isso a arquitetura foi decidida antes do desenho.
Não trabalhamos com pacotes fechados, porque um T2 em Lisboa e uma moradia em Cascais não têm o mesmo problema. O que existe é um mínimo abaixo do qual o resultado não justifica o incómodo.
Não vendemos por telefone nem por catálogo. Marcamos uma hora, mostramos-lhe tudo a funcionar numa casa real, e depois vamos ver a sua. Só a partir daí é que faz sentido falar de números.
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